30 janeiro, 2007

O Premio Pulitzer

Muita gente pediu no MSN o que significa o tal do Premio Pulitzer.

Materia extraida do Observatorio da Imprensa
[http://observatorio.ultimosegundo.ig.com.br/netbanca/arquivo/ed241_250.htm ]

Segue ....


Prêmio Pulitzer, o mais importante dos EUA

Concedido pela Universidade Columbia, de Nova York, o prêmio Pulitzer é o mais importante e respeitado do jornalismo dos Estados Unidos. Ele foi criado em 1917, seis anos após a morte de Joseph Pulitzer, húngaro naturalizado americano, então dono do St. Louis Dispatch e New York World. Ele manifestou em vida sua vontade de criar um prêmio que estimulasse a o jornalismo e as artes.
No sítio do Pulitzer pode-se conhecer a notável história de seu inspirador, um imigrante europeu que construiu sua vida a partir do nada nos EUA. No menu do alto da tela, basta clicar no ano desejado para saber quem foram os vencedores. Também há um mecanismo de busca para localizar os indicados de todos os anos. Em outra seção, há os trabalhos vencedores nas categorias de jornalismo, de 1995 em diante.


Site do Premio Pulitzer

28 janeiro, 2007

Dica para atualizar o Windows XP

Fazendo os passos a seguir voce pode atualizar o Explorer para a versao 7 e o Media Player 11. Sem falar que o Windows Defender pode ser instalado apos a validacao.
.
.
.
.
1. Vá em Iniciar > Executar
2. Digite regedit e clique em OK.
3. Já dentro do regedit, navegue até a chave:
HKEY_LOCAL_MACHINE\SOFTWARE\Microsoft\WindowsNT\CurrentVersion\WPAEvents
4. No painel à direita, clique duas vezes em OOBETimer
5. Na janela que foi aberta, apague qualquer valor e clique em OK. Feche o regedit
6. Vá novamente em Iniciar > Executar e dessa vez digite:%systemroot%\system32\oobe\msoobe.exe /a
7. Na janela que foi aberta, escolha a opção Sim, desejo telefonar…
8. Na próxima etapa, clique no botão Alterar chave de produto.
9. Na etapa seguinte, digite a CD-Key:THMPV-77D6F-94376-8HGKG-VRDRQe clique no botão Atualizar
10. Após clicar no botão Atualizar, o assistente para ativação voltará para a janela anterior, então, clique em Lembrar mais tarde e reinicie o Windows.
11. Reiniciado o Windows vá novamente em Iniciar > Executar e digite:%systemroot%\system32\oobe\msoobe.exe /a
12. Aparecerá a seguinte mensagem:
Ativação do WindowsO Windows já está ativado. Clique em OK para sair.

Pronto! Windows validado com sucesso!

27 janeiro, 2007

Pulitzer 2007


Vou concorrer ao prêmio Pulitzer com essa foto !

22 janeiro, 2007

Exportar mais não freia pobreza, diz estudo

Exportar mais não freia pobreza, diz estudo

Quinta, 11 de janeiro de 2007, 14h35
da PrimaPagina

O aumento das exportações, por si só, não ajuda a combater a pobreza nos países menos desenvolvidos, como indica o caso da África Subsaariana, onde quase metade da população vive com menos de um dólar por dia. Um estudo feito pelo Centro Internacional de Pobreza, um braço do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) com sede em Brasília e apoio do IPEA (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada), mostra que, embora na região como um todo as vendas internacionais tenham aumentado e a pobreza, diminuído, em oito de 16 países pesquisados o salto nas exportações não impediu a elevação na proporção de pobres.
"Durante os anos 90, o velho slogan 'comércio, não ajuda' impulsionou fortemente a idéia de que o desempenho nas exportações e a redução da pobreza eram intimamente relacionados. Nos últimos anos, porém, tem havido uma crescente percepção de que a ligação entre os dois está longe de ser automática, e que sérias incongruências podem ocorrer", afirma o estudo, intitulado Melhores relações de comércio estão ajudando a reduzir a pobreza na África? e feito pelo pesquisador Andrew Mold, do Centro Africano para o Desenvolvimento Social e de Gênero e da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África. Mold usou dados da UNCTAD (Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento) de 1996 a 2001 sobre volume (não valor) das exportações, e verificou que a pobreza aumentou até 5% em três países em que as vendas aumentaram entre 50% e 100% (Etiópia, Burkina Fasso e Lesoto). A tendência foi semelhante em dois países em que os embarques ao exterior mais que duplicaram: na República Centro-Africana, as exportações saltaram 121% e a proporção de pobres avançou 2%; no Burundi, o volume exportado disparou 236%, mas a pobreza subiu 3%. Dos 16 países estudados, aquele em que mais cresceu a proporção de pessoas com menos de 1 dólar por dia foi Madagascar (12%), onde as vendas internacionais tiveram alta de 70%. Apesar de as pequenas propriedades ainda predominarem na África, as exportações de commodities agrícolas, segundo o artigo, "não apenas não conseguiram reduzir a pobreza, mas também não evitaram que ela subisse". Em um único país, Níger, houve avanço da pobreza e queda nas exportações. Também só em um país (Gâmbia) houve redução da pobreza (mais de 5%) mesmo com recuo no volume exportado (quase 50%). Os que registraram aumento de exportação e redução da proporção de pobres foram Ruanda, Zâmbia, Senegal, Mali e Moçambique. Na Mauritânia houve redução da pobreza em mais de 5%, mas estabilidade nas exportações.

"Durante os anos 90, o velho slogan 'comércio, não ajuda' impulsionou fortemente a idéia de que o desempenho nas exportações e a redução da pobreza eram intimamente relacionados. Nos últimos anos, porém, tem havido uma crescente percepção de que a ligação entre os dois está longe de ser automática, e que sérias incongruências podem ocorrer", afirma o estudo, intitulado Melhores relações de comércio estão ajudando a reduzir a pobreza na África? e feito pelo pesquisador Andrew Mold, do Centro Africano para o Desenvolvimento Social e de Gênero e da Comissão Econômica das Nações Unidas para a África.
Mold usou dados da UNCTAD (Conferência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento) de 1996 a 2001 sobre volume (não valor) das exportações, e verificou que a pobreza aumentou até 5% em três países em que as vendas aumentaram entre 50% e 100% (Etiópia, Burkina Fasso e Lesoto). A tendência foi semelhante em dois países em que os embarques ao exterior mais que duplicaram: na República Centro-Africana, as exportações saltaram 121% e a proporção de pobres avançou 2%; no Burundi, o volume exportado disparou 236%, mas a pobreza subiu 3%. Dos 16 países estudados, aquele em que mais cresceu a proporção de pessoas com menos de 1 dólar por dia foi Madagascar (12%), onde as vendas internacionais tiveram alta de 70%.
Apesar de as pequenas propriedades ainda predominarem na África, as exportações de commodities agrícolas, segundo o artigo, "não apenas não conseguiram reduzir a pobreza, mas também não evitaram que ela subisse".
Em um único país, Níger, houve avanço da pobreza e queda nas exportações. Também só em um país (Gâmbia) houve redução da pobreza (mais de 5%) mesmo com recuo no volume exportado (quase 50%). Os que registraram aumento de exportação e redução da proporção de pobres foram Ruanda, Zâmbia, Senegal, Mali e Moçambique. Na Mauritânia houve redução da pobreza em mais de 5%, mas estabilidade nas exportações.
O problema principal, indica o texto, é que a pauta de exportação da maioria dos países africanos ainda é dominada por produtos agrícolas - o que faz com que eles pouco se beneficiem mesmo da alta recente das commodities, que, puxada pela China, elevou principalmente os preços dos minerais e combustíveis. "Países como Nigéria ou Zâmbia estão se beneficiando de suas exportações de petróleo e cobre, mas outros, como Uganda ou Etiópia, cujos ganhos com exportações dependem das commodities agrícolas (e que precisam importar outras commodities, especialmente combustível), enfrentam uma situação extremamente difícil", avalia Mold. Além disso, cerca de 80% da população da África Subsaariana vive em áreas rurais, e 70% depende da produção de comida. "Ainda assim, nas últimas duas décadas os formuladores de política do Norte geralmente fecharam os olhos para os problemas de desenvolvimento causados pela volatilidade dos preços das commodities", critica o autor. Vários economistas têm recomendado que a região diversifique sua produção e dê mais ênfase aos bens manufaturados, mas poucos explicam como isso poderia ser feito, observa o pesquisador. No artigo, ele mesmo é sucinto nesse sentido. De qualquer maneira, defende o princípio de que é preciso intervenção pública para reduzir o sobe-desce do preço dos produtos agrícolas e melhorar as condições de negociação. "Para os mercados de commodity, uma postura de liberação completa, não-intervencionista, tem evidentemente enfraquecido os mais países em desenvolvimento mais pobres".

O problema principal, indica o texto, é que a pauta de exportação da maioria dos países africanos ainda é dominada por produtos agrícolas - o que faz com que eles pouco se beneficiem mesmo da alta recente das commodities, que, puxada pela China, elevou principalmente os preços dos minerais e combustíveis. "Países como Nigéria ou Zâmbia estão se beneficiando de suas exportações de petróleo e cobre, mas outros, como Uganda ou Etiópia, cujos ganhos com exportações dependem das commodities agrícolas (e que precisam importar outras commodities, especialmente combustível), enfrentam uma situação extremamente difícil", avalia Mold.
Além disso, cerca de 80% da população da África Subsaariana vive em áreas rurais, e 70% depende da produção de comida. "Ainda assim, nas últimas duas décadas os formuladores de política do Norte geralmente fecharam os olhos para os problemas de desenvolvimento causados pela volatilidade dos preços das commodities", critica o autor.
Vários economistas têm recomendado que a região diversifique sua produção e dê mais ênfase aos bens manufaturados, mas poucos explicam como isso poderia ser feito, observa o pesquisador. No artigo, ele mesmo é sucinto nesse sentido. De qualquer maneira, defende o princípio de que é preciso intervenção pública para reduzir o sobe-desce do preço dos produtos agrícolas e melhorar as condições de negociação. "Para os mercados de commodity, uma postura de liberação completa, não-intervencionista, tem evidentemente enfraquecido os mais países em desenvolvimento mais pobres".

Fonte: Terra Magazine

19 janeiro, 2007

Sexta-feira com chuva. Bom pra comecar ...


Existem varias coisas que podem ser feitas numa sexta-feira a noite. Ano passado eram as aulas que eu dava. Como eu gosto de dar aula fazia isso com prazer, ainda mais com o clima que envolve uma sexta-feira. E a garantia da nao ter compromisso algum no sabado de manha ?
Bahhh !
Hoje seria uma noite para sair bater-papo com o pessoal [falar sobre tudo - menos de cratera] e tomar algumas cervejas tambem. Faz parte.

Mas em uma sexta-feira a noite, janeiro, verao?

Na noite de hoje (dia 19) o tempo la fora esta otimo. Ou melhor a chuva esta otima. Chuva de verao, vento forte e frio ... e uma outra forma de aproveitar a sexta-feira a noite.
O blog esta nos primeiros passos mas a noite nao para por aqui. As 23 horas tem o Pato na sub-20. Tambem tem o Luiz Adriano. Era pra ter o Muriel tambem. Espero que o espetaculo acontece a partir das 23 horas.
Pra cima deles que esta na hora dessa selecao sub-20 ter atuacoes dignas de ficarmos acordados ate a 01 da manha.

Pra finalizar brindo a todos com uma foto tirada as 9 e pouco da noite ..... com chuva e vento.