24 julho, 2007

Volta às Aulas !

Hoje retornamos às aulas para mais um semestre.

Tenho pouco para falar:
1 - Gosto de dar aula e estava com saudade da sala dos professores, dos colegas e dos alunos;
2 - Os conteúdos serão cada vez mais específicos, a cobrança e os trabalhos serão cada vez maiores também.

Muito estudo e ótimo retorno à todos !

15 julho, 2007

Frase

"Apenas 10% da população continua se apropriando de 80% da renda nacional"

GABRIEL ULYSSEA
pesquisador do Ipea

Milionários brasileiros têm meio PIB

Levantamentos inéditos obtidos pela Folha com a Receita Federal e com o The Boston Consulting Group (BCG), uma das consultorias mais importantes do mundo, mostram que o Brasil tem 130 mil milionários. Segundo o BCG, os brasileiros são os mais ricos da América Latina com fortuna conjunta estimada em US$ 573 bilhões -mais da metade do PIB nacional. É o que mostrará o novo relatório do grupo americano que sairá em setembro.Os dados ainda não foram tabulados e as estimativas têm base no crescimento anual médio das fortunas brasileiras nos últimos dois anos. Em 2005, os milionários nacionais detinham US$ 540,5 bilhões.Para fazer os cálculos, os especialistas entrevistaram 150 gestores de fortunas em 62 países. Na conta só entram os bens disponíveis em aplicações e depósitos bancários no país e no exterior. "Tudo o que circula pelo sistema financeiro é medido", afirma Eric Gregorie, relações-públicas da consultoria.Para ter idéia do poderio financeiro dos brasileiros, entre 2000 e 2005, período mais recente da pesquisa, o país saltou da 18ª posição para a 14ª no ranking dos países com mais milionários. Na comparação com as nações em desenvolvimento, o Brasil deixou para trás a Índia e a Rússia, perdendo apenas para a China.Vários fatores explicam a velocidade de expansão das fortunas brasileiras. Nos últimos anos, a economia estabilizou-se. A inflação continua sob controle, as dívidas nacionais estão equacionadas e isso deixou os brasileiros confiantes para aplicar suas reservas. Resultado: o mercado financeiro nunca esteve tão aquecido. Como a venda de ações levou mais recursos para as empresas, elas aceleraram a produção, fazendo a economia crescer.Também contaram o enfraquecimento do dólar e a alta dos preços das commodities -principalmente grãos e minérios. O setor do agronegócio foi um dos que mais geraram milionários, principalmente no Centro-Oeste.Segundo a Receita Federal, nessa região o número dos que ganham mais de R$ 1 milhão por ano mais que dobrou entre 2000 e 2003, chegando a 685. A Receita alega que para fornecer dados mais recentes teria de pagar R$ 15 mil ao Serpro (Serviço Federal de Processamento de Dados). Apesar disso, a análise dos números disponíveis já permite avaliar a nova geografia da riqueza no Brasil.
Regionalização da fortuna
Além do fortalecimento do Centro-Oeste, o Norte e o Nordeste ganharam destaque, com 187 e 1.031 milionários, respectivamente. Agora eles são disputados por empresas de luxo que antes só buscavam clientes entre Rio e São Paulo.Manaus já desponta como o paraíso das construtoras. Lá, a Gafisa lançou o Riviera, onde o apartamento mais barato custa R$ 800 mil. "Fizemos uma pesquisa de mercado e ficamos surpresos ao descobrir que o poder aquisitivo da classe mais rica era bem maior do que imaginávamos", diz Antonio Ferreira, diretor de novos negócios da Gafisa.Segundo ele, seis meses após o lançamento dos dois primeiros prédios, cerca de 70% das unidades do edifício Cannes -em que o preço por unidade começa em R$ 2 milhões- estavam vendidas. De cada dez compradores, sete são do Estado. A publicitária Renata Sabbá e seu marido adquiriram um desses imóveis. "Era o que procurávamos", diz Renata.Embora detectem essas mudanças, tanto o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) quanto o Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada) têm dificuldades para traçar um perfil dos milionários. "A amostragem é muito pequena", diz Antonio Luiz Carvalho Leme, coordenador dos censos em São Paulo.Além disso, os poucos que participam da pesquisa costumam diminuir em 25% o valor de seus ganhos e bens. É o que afirma Gabriel Ulyssea, do Ipea. "Eles temem por sua segurança." Há outra preocupação: ao depreciar os bens, querem pagar menos impostos.Estudos do Ipea indicam que, apesar dessa depreciação, os dados da desigualdade de renda não sofrem alteração. "Apenas 10% da população continua se apropriando de 80% da renda nacional", diz Gabriel Ulyssea.

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11 julho, 2007

1 kg de Audi A4 é mais barato que 1 kg de filé mignon

O economista-chefe para a América Latina do Banco Santander, José Juan Ruiz, fez uma comparação inusitada para mostrar que a economia latino-americana tem o melhor panorama econômico dos últimos 30 anos. Para provar, Ruiz afirmou que, na Europa, 1 kg de filé mignon argentino custa 23,95 euros, já a mesma quantidade em peso de um carro Audi A4 sai por 20 euros (o veículo inteiro custa 29 mil euros no mercado europeu).
Usando a teoria de Prebisch (que compara matérias primas baratas e tecnologia cara), Ruiz fundamentou parte da confiança e otimismo que tem sobre a evolução econômica e política da América Latina para os próximos anos.
A declaração foi dada em Madri, na Espanha, durante uma coletiva para anunciar o plano do Santander em investir quase dois bilhões de euros nos próximos três anos no continente.
Segundo Ruiz, a taxa de crescimento da região desde 2003 superou o ritmo dos 30 anos anteriores, por uma inflação controlada e sem a necessidade de se recorrer a financiamento externo, segundo o jornal argentino Clarín.
"Hoje, na região, se impacta mais as questões comerciais do que a Reserva Federal dos Estados Unidos", disse ao comentar que a economia chega a uma nova etapa em que o dinheiro do comércio pesa mais que o financeiro.

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10 julho, 2007

Universitários dedicam pouco tempo à leitura e aos estudos, revela Enade

Menos da metade dos universitários brasileiros - 43,6% - estuda entre uma e duas horas por semana além do horário de aula, 34% lêem no máximo dois livros por ano, excetuando os escolares, e 41,3% se informam mais pelo televisão.
A conclusão integra os dados do questionário socioeconômico aplicado aos estudantes que participaram do Exame Nacional de Desempenho (Enade) 2006.A justificativa para a pouca dedicação à leitura e ao estudo está na falta de tempo dos alunos. Segundo o Enade, 68,2% dos universitários brasileiros estudam à noite e 73,2% trabalham durante o dia.“É importante lembrar que o ensino superior brasileiro é essencialmente noturno, privado e pago. O setor privado atrai muito aluno que precisa trabalhar para manter a faculdade e se sustentar. Então, quem estuda à noite e trabalha durante o dia, certamente não tem muito tempo para estudar”, avalia o diretor de Estatísticas e Avaliação da Educação Superior do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/MEC), Dilvo Ristoff.
Com o Enade de 2006 foi concluído o ciclo de avaliações de todas as áreas do conhecimento. O primeiro grupo avaliado foi nas áreas de saúde e agrárias, em 2004, seguido por engenharias e licenciaturas, em 2005, ciências sociais aplicadas e jurídicas, no ano passado.A partir do cruzamento de dados dos grupos, foi possível observar, por exemplo, que a maioria dos estudantes da área de saúde veio de escolas particulares. Os estudantes de licenciatura, ao contrário, vieram do ensino público. No caso de Medicina, apenas 8,2% estudou em escola pública. No curso de Letras, esse percentual sobe para 70%.O diretor explica que as diferenças geralmente estão relacionadas com a origem social dos estudantes.
“Os grupos expressam valores muito diferentes por causa da origem social. Por exemplo, o grupo das licenciaturas dava um índice com pais sem escolaridade quatro vezes maior que o grupo de saúde e agrárias. Em todo o universo, a média de filhos de pais sem escolaridade é de 5,1%”.Segundo ele, os dados levam à conclusão de que é preciso pensar em políticas públicas de acesso ao ensino superior para estudantes do ensino público de acordo com a área de conhecimento.“A política teria que considerar essa disparidade na representação da origem dos alunos. É a idéia de política de reservas de cotas. Não adianta reservar no todo, tem que reservar por área de conhecimento. Essas é uma das revelações claras, insofismáveis do relatório socioeconômico”.Ristoff acrescenta que diferenças por raça acompanham, em geral, diferenças socioeconômicas. Ele afirma que mulatos e pardos têm encontrado maior dificuldade de acesso à educação.“
O grande problema das representação racional continua sendo entre os mulatos e pardos. Entre os pretos e negros, na média do ciclo, a representação está quase pari-passo com a representação na sociedade. Os pardos têm uma representação quase que 20% abaixo do que sua representação da sociedade”.Os dados do Enade também revelam a forma como os estudantes se informam. Apesar de a televisão ser o principal meio de informação sobre o mundo para 41,3% dos pesquisados no Enade 2006, o diretor afirmou que, ao analisar os ciclos de cursos, observou-se que a TV está perdendo espaço para a internet.No exame do ano passado, cerca de 47% preferia a televisão, o que mostra uma redução de 22 pontos percentuais em relação aos dados de 2002 (quando era aplicado o Provão, substituído pelo Enade). A média da internet dos últimos três anos é de 33,2%, sendo que em 2002 era de 9,5%.O diretor pondera que os dados mostram uma tendência, apesar de o Provão avaliar 24 áreas de conhecimento e o Enade pelo menos 48.

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03 julho, 2007

Carlos Slim passa Bill Gates como homem mais rico do mundo

O magnata mexicano Carlos Slim é homem mais rico do mundo, com fortuna estimada em US$ 67,8 bilhões, após ultrapassar o co-fundador da Microsoft Bill Gates, segundo divulgou um respeitado rastreador de riqueza mexicano na segunda-feira, 2.
Um aumento de 27% de março a junho no preço da ação da América Móvil, maior operadora de telefone celular da América Latina, controlada por Slim e que no Brasil é dona da Claro, o deixou quase US$ 8,6 bilhões mais rico que Gates, disse Eduardo Garcia na Sentido Común, publicação financeira online criada por ele. Garcia estimou que Gates tenha um patrimônio de US$ 59,2 bilhões.
A revista Forbes informou em abril que Slim havia superado o investidor bilionário Warren Buffett e chegou ao segundo lugar na lista, com Gates ainda liderando.
O México tem um amplo contraste social entre ricos e pobres, com uma pequena elite controlando as riquezas e cerca de metade da população vivendo com menos de cinco dólares por dia.
A Forbes subiu Slim no ranking por causa de ganhos em sua companhia Carso e com a telefônica Telmex, enquanto as ações da Berkshire Hathaway, de Buffett, caíram no mesmo período.
Há três meses, a Sentido Común já havia classificado Slim como mais rico que Gates, mas apenas por uma pequena margem. Agora, Garcia afirma que não há dúvidas de que a fortuna do mexicano é maior em valores atuais das ações. "Quando coloquei Slim à frente há três meses, a Forbes o colocou em segundo poucos dias depois", disse Garcia, que também é editor-chefe da publicação, à Reuters. "Vamos ver se o mesmo acontece novamente."
Slim afirmou em uma entrevista à Reuters este ano que não tinha o hábito de calcular sua fortuna regularmente. Ele e seu porta-voz não estavam imediatamente disponíveis para comentários.

http://www.estadao.com.br/ultimas/economia/noticias/2007/jul/03/117.htm

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01 julho, 2007

V-O-L-T-A-N-D-O !!!!!

Os problemas técnicos que atormentavam o blog no último mês foram superados !



Estamos voltando imediatamente !