26 janeiro, 2008

Turismo cresce 10% em Foz do Iguaçu

No ano passado, mais de 1 milhão de turistas - a maior parte deles estrangeiros - conferiram de perto a beleza natural das Cataratas do Iguaçu.

Segundo levantamento feito pelo Instituto Brasileiro de Turismo (Embratur) e pelo Instituto Brasileiro de Meio Ambiente (Ibama), de janeiro a dezembro de 2007, o Parque Nacional de Foz do Iguaçu recebeu exatos 1.055.433 visitantes - cerca de 100 mil a mais em comparação ao mesmo período de 2006, o que representa um aumento de 10,6%.

Argentinos, espanhóis e norte-americanos foram os turistas estrangeiros que mais visitaram, respectivamente, as cataratas em 2007. Mais de 203 mil argentinos cruzaram a fronteira para conhecer a parte brasileira do Parque Nacional, um acréscimo de 18,7% em relação ao ano anterior. Também é grande o número de paraguaios e franceses que visitaram as cataratas.

Entre os 10 países que mais enviaram turistas a Foz do Iguaçu em 2007 estão ainda Alemanha, Inglaterra, Itália, Chile e China. Ao todo, 600.769 estrangeiros e 454.664 brasileiros estiveram no Parque Nacional de Foz de Iguaçu no ano passado.

Foz do Iguaçu é um dos destinos retratados nas campanhas publicitárias que a Embratur promove no Exterior. As peças estão no ar na Argentina, Chile, Inglaterra e Alemanha.

Patrimônio Mundial Natural da Humanidade desde 1986, o Parque Nacional constitui-se numa das maiores reservas florestais da América do Sul. Localizado no oeste do Paraná, a 17 km da cidade de Foz do Iguaçu, na bacia do rio Iguaçu, e com quedas de até 72 metros de altura, as Cataratas do Iguaçu formam um semicírculo de 2,7 mil metros de largura que abriga entre 150 e 300 saltos.

O conjunto de quedas dágua tem formação geológica com data aproximada de 150 milhões de anos. Durante a alta temporada, o Parque Nacional chega a receber cerca de 9,5 mil visitantes diariamente.

http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a1747547.xml&template=3898.dwt&edition=9189&section=63

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24 janeiro, 2008

Taxa de desemprego no País fica em 9,3%, a menor desde 2002


A taxa de desemprego apurada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nas seis principais regiões metropolitanas do País caiu para 7,4% em dezembro, a menor taxa mensal apurada na série histórica da pesquisa, iniciada em março de 2002. Em novembro, a taxa havia sido de 8,2% e em dezembro de 2006, de 8,4%.

O resultado de dezembro veio dentro das estimativas dos analistas ouvidos pela Agência Estado (7% a 7,5%), mas ficou levemente acima da mediana de 7,30%. A taxa média de desemprego para o ano de 2007 ficou em 9,3%, também a menor taxa anual da série.

O rendimento médio real dos trabalhadores nas seis principais regiões metropolitanas do País ficou em R$ 1.163,90 em dezembro do ano passado, com aumento de 0,9% ante novembro e de 2,3% ante dezembro de 2006. Na média do ano de 2007, o rendimento aumentou 3,2% em relação ao ano anterior.


http://www.estadao.com.br/economia/not_eco114390,0.htm

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09 janeiro, 2008

Elite brasileira acredita que dinheiro traz felicidade

Elite brasileira acredita que dinheiro traz felicidade, diz pesquisa
Instituto mostra perfil da classe A brasileira (renda mensal acima de R$ 6,5 mil).
Levantamento mostra que relacionamento com a elite pode significar ascensão profissional.

Uma pesquisa do Instituto IP2, de Curitiba, mostra que a elite brasileira - que representa 6% da população e é formada famílias com renda superior a R$ 6.563,73 - acredita que dinheiro traz felicidade. Segundo o levantamento, que entrevistou 2,4 mil pessoas de diferentes classes sociais, sendo 526 da classe A, 91% das pessoas na faixa mais alta de renda disseram "sim" à pergunta "dinheiro traz felicidade?".

Segundo o professor de marketing da Fundação Getúlio Vargas (FGV-RJ) e diretor do IP2, Marcelo Peruzzo, dá para fazer a relação entre renda alta e satisfação com a vida. "Quanto mais dinheiro, mais felicidade", resume. Desde que o dinheiro tenha origem ética, ele considera que não existe razão para as pessoas se sentirem culpadas por tê-lo. "O dinheiro é a recompensa de quando você é qualificado e consegue mostrar isso para os outros", afirma.

Relacionamento

O professor diz que a pesquisa derruba alguns mitos negativos sobre a elite brasileira - que não deve ser confundida com a elite política nacional. Segundo ele, a classe A é pouco interessada em política - 7% dos entrevistados disseram ter alguma aspiração a cargo público -, pratica algum tipo de ação social e lê mais do que a média da população (cerca de cinco livros por ano, contra um da classe C).

Para Peruzzo, construir um bom relacionamento com os membros da chamada classe A é uma boa forma de ascender profissionalmente. Isso porque, entre os entrevistados, 33% eram donos de algum tipo de negócio - e, portanto, geradores de emprego. Entre os que trabalham na iniciativa privada, quase 90% dos entrevistados disseram desempenhar função estratégica ou operacional, exercendo cargos de chefia.

Educação

O principal diferencial da elite brasileira na conquista da ascensão social, aponta Peruzzo, é a educação. Segundo a pesquisa, 70% dos entrevistados têm algum tipo de pós-gradução, como especialização ou mestrado. "Se hoje existe um diretor de empresa sem educação formal, ele é a exceção. No Brasil, a educação é fundamental para qualquer tipo de ascensão social", afirma Peruzzo.

A pesquisa mostrou que, para quem tem somente a graduação, a renda média no Brasil cai para cerca de R$ 2,2 mil. "É uma questão de saber investir, renunciar a algum desejo imediato por outro tipo de investimento em educação", ressalta.

Na divisão por sexo, a pesquisa mostar que a predominância nos cargos mais altos ainda é masculina - na proporção de dois homens para uma mulher. Para ambos os sexos, porém, fazer o que gosta é importante: mais de 75% dos que ganham mais de R$ 6,5 mil trabalham em áreas relacionadas com sua formação.


Fonte: G1

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