31 julho, 2008

Petróleo, produzindo menos, ganhando mais

Vejam um dado interessante: a maior companhia de petróleo do mundo, a ExxonMobil, informa em seu balanço do segundo semestre que registrou queda na produção de óleo e gás. No petróleo, a queda foi de 8%, em consequência da perda de poços na Venezuela, nacionalizados, e redução da produção na Nigéria, por causa de greves. No gás, a queda foi de 3%.
Outra multinacional do petróleo, a Repsol, também divulgou perdas na produção no mesmo segundo trimestre.

É um dado que se vem observando por toda parte. A produção na Rússia, segunda maior exportadora mundial de petróleo, também caiu, em consequência de problemas operacionais.
Parece que as empresas, estimuladas pelos preços altos, estão colocando seus campos para funcionar a todo vapor, com menos cuidados em manutenção e melhoramento dos sistemas, ações que exigem paralisação ou redução das operações.

No limite, os sistemas acabam apresentando problemas.

Em tempo: ExxonMobil e Repsol aumentaram seus lucros no segundo trimestre. O preço nas nuvens mais do que compensou a queda na produção.
No ano passado, a ExxonMobil foi a companhia global que obteve o maior lucro, US$ $0,6 bilhões, conforme classificação da revista Fortune.

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Em dois meses, "gigantes" da Bovespa perdem mais de R$ 160 bilhões

Durante os meses de junho e julho, o valor de mercado conjunto da Petrobras e da Vale caiu R$ 167 bilhões nas negociações da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), de acordo com dados da consultoria Economatica. Entre o dia 1º de junho — perto do pico da euforia na bolsa de valores paulista com a concessão do grau de investimento ao Brasil — e o pregão da última quarta-feira, o valor da Petrobras caiu R$ 111 bilhões, saindo de R$ 472 bilhões para R$ 361 bilhões, uma redução de 23,6%.
No mesmo período, a Vale acumulou perda de R$ 56 bilhões, passando do patamar de R$ 295 bilhões para a casa dos R$ 239 bilhões, o equivalente a uma desvalorização de 19%. O recuo no valor de mercado das chamadas "blue chips" (as grandes empresas que sinalizam a tendência do mercado) é reflexo da queda no preço de suas ações. Em junho e julho, o papel Petrobras ON perdeu R$ 12,80, caindo de R$ 57,40 para R$ 44,60.
Já no caso da apólice Vale ON, o prejuízo foi ainda maior, chegando aos R$ 17,40. Durante os dois meses, o valor da ação decaiu de R$ 65,50 para R$ 48,10. Nesta quinta-feira, o último pregão da Bovespa em julho, as duas companhias continuaram a perder valor. A ação ON da Petrobras fechou a R$ 43,94, com baixa de 1,5%. A Vale teve queda de 1,58%, encerrando o mês a R$ 47,34.
Motivos da queda
Segundo especialistas, a queda no valor das empresas ao longo dos 60 dias tem dois motivos principais. Um deles é o fato de que os negócios de ambas estão atrelados ao preço das commodities — especialmente petróleo e ferro — no mercado mundial. O segundo motivo para o recuo nas ações seria o próprio momento turbulento das bolsas internacionais.
A Bovespa, por exemplo, sofre um processo de retirada de recursos por parte de investidores estrangeiros. Como as duas empresas são as principais referência da bolsa paulista, seus papéis são os mais afetados. Segundo os analistas, a tendência é que a bolsa — e portanto, as duas empresas — recupere parte de suas perdas no segundo semestre.
As informações são do site G1.

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27 julho, 2008

Um Colorado Premiado

23 julho, 2008

Rodovia interoceânica


Um corredor rodoviário com cerca de três mil quilômetros de extensão é a tentativa de facilitar o escoamento da produção do setor agrícola e viabilizar o aumento da exportação de grãos brasileiros. Percorrendo o Brasil, a Bolívia e o Chile, a rodovia liga o oceano Atlântico ao Pacífico e tem inauguração prevista para setembro de 2009. Com a utilização da nova via, a comercialização internacional de grãos deverá atingir 135 milhões de toneladas a partir de 2010, boa parte deles produzidos no Centro-Oeste.

Segundo o secretário de Desenvolvimento Agropecuário e Cooperativismo do Ministério da Agricultura, Márcio Portocarrero, a criação da rodovia vai facilitar o crescimento da economia brasileira no setor agropecuário e permitir maior vazão dos produtos para o mercado externo, especialmente a Ásia.

'Podemos afirmar que o transporte é, atualmente, um dos maiores gargalos da produção agropecuária. A rodovia vai beneficiar os produtores do País, que terão acesso mais rápido e fácil ao mercado asiático, um grande consumidor dos produtos brasileiros', destacou. Com a possibilidade de escoar a produção pelo oceano Pacífico, Portocarrero afirmou ainda que haverá uma redução de cerca de sete mil quilômetros de rota marítima, com relação ao percurso feito atualmente pelo oceano Atlântico.

De acordo com o governo brasileiro, produtos como a cana-de-açúcar, soja e algodão serão os principais beneficiados pela iniciativa. A pecuária em grande escala e a agroindústria também sentirão os efeitos positivos da nova rodovia.

A principal vantagem será a redução no custo do transporte. O Brasil gasta até dez vezes mais do que os norte-americanos no transporte da soja até a China. 'Ganharemos muito em competitividade', comemorou Portocarrero.

Em terras brasileiras, a via terá uma extensão de cerca de 1,5 mil quilômetro, complementados pela Bolívia, que contribui com 1,6 mil quilômetro, e pelo Chile, que participa do projeto com mais 233 quilômetros de rodovia. De uma ponta à outra, o corredor liga o porto de Santos, em São Paulo, aos portos de Arica e Iquique, no Chile.

O investimento do governo federal nas obras da rodovia é de aproximadamente 340 milhões de reais, a maior parte destinada à construção de pontes e pequenos acessos, além da recuperação e manutenção na infra-estrutura viária, em regiões próximas à fronteira com a Bolívia.

Fonte

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22 julho, 2008

Seu candidato tem a ficha suja ?

Eleitor ! Cidadão !

Clique nesse link e veja se em seu município há algum candidato com a ficha suja !

Defenda a sociedade !

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21 julho, 2008

Novo iPhone começa a faltar nos Estados Unidos


O iPhone 3G, que foi lançado em 11 de julho em mais de 20 países, já começa a faltar nos Estados Unidos, onde a popularidade do novo telefone celular da Apple promete ser ainda maior que a da primeira versão.

Segundo dados publicados nesta segunda-feira (21) no site da Apple, só 16 das 188 lojas do grupo no país tinham unidades do iPhone 3G no domingo. Além disso, nenhum dos pontos de venda da Apple na Califórnia, onde fica a sede corporativa da empresa, tem telefones disponíveis.


O modelo mais difícil de conseguir parece ser o iPhone preto de 16 Gbytes, que pode ser encontrado apenas em três estabelecimentos. Nem sequer a única loja da Apple que abre por 24 horas, na Quinta Avenida em Nova York, tem todos os modelos da última versão do telefone.

Como se fosse uma "caça", o site da Apple dá conselhos para conseguir um iPhone, como, por exemplo, ir às lojas na hora da abertura ou ver on-line a disponibilidade do produto na noite anterior.

O popular telefone também está difícil de encontrar nos estabelecimentos da operadora AT&T, que tem nos EUA o contrato exclusivo do iPhone.

O aparelho está esgotado em quase todas as lojas da AT&T desde o lançamento em 11 de julho e, segundo um porta-voz da empresa, os compradores que encomendaram um iPhone da nova geração terão que esperar até três semanas para recebê-lo.

http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u424645.shtml




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12 julho, 2008

Vídeos de Gafes ao Vivo na TV

Os telespectadores do "Jornal Hoje" deste sábado (12) tiveram que se esforçar para entender o que a apresentadora Rosana Jatobá falava.

Veja vídeo do telejornal postado no site Youtube.

O motivo é que, devido a um resfriado, ela estava completamente rouca. Mesmo diante desse fato, a chefia da TV Globo São Paulo resolveu mantê-la na apresentação do telejornal.

Em alguns momentos, parecia que Jatobá perderia a voz a qualquer instante. Era nítido o esforço da jornalista para conseguir manter um mínimo de voz até o fim do telejornal.

A Folha Online apurou que telespectadores chegaram a ligar para a redação da TV Globo, reclamando que não conseguiam entender direito o que a apresentadora dizia.

Devido ao frio que faz em São Paulo nos últimos dias, uma onda de gripe atingiu a equipe de jornalistas da TV Globo em São Paulo, entre os quais Jatobá. Além de apresentar o "Jornal Hoje" aos sábados, ela é responsável também pela previsão do tempo do noticiário "SPTV 2ª Edição" e do "Jornal Nacional".








Um vídeo mostrando um erro de Zileide Silva na apresentação do "Jornal Hoje", na Globo, já é considerado um novo hit do YouTube. As imagens mostram a apresentadora com problemas na leitura do teleprompter (monitor que exibe o texto das notícias). Segundo a Central Globo de Comunicação, a lente de contato da jornalista deslocou, provocando o problema.

Postado no último sábado (7), o vídeo já ocupa o primeiro lugar na lista dos mais discutidos e vistos no Brasil na categoria "comédia". Surgem ainda versões do vídeo, de maior duração. Nos comentários, os internautas falam sobre os olhos arregalados da apresentadora na hora de apresentar um bloco de notícias. Há uma sucessão de gafes durante o telejornal, desde a chamada errada de uma reportagem até a leitura incorreta do horário exibido na tela.

Durante a apresentação, dá para ouvir a voz da direção falando com Zileide pelo ponto eletrônico. Com as mãos trêmulas, ela chega a falar no ar: "Me perdi, aqui, desculpe. Vamos tentar... tá, tá... gente, não dá".








Gafes

As gafes de jornalistas e entrevistados em telejornais costumam atrair bastante a audiência em sites de vídeos como o YouTube.



Recentemente, uma apresentadora na Paraíba entrevistava um funcionário do Sine (Sistema Nacional de Emprego) sobre o mercado de trabalho. Durante a conversa, o celular dele começou a tocar o refrão de uma música ("Não me chame não/ Não me chame não viu"), da banda Forró Moral. Ela deu uma bronca no entrevistado, que desligou o aparelho.


Em outro vídeo, um apresentador da TV do Piauí deixa escapar a dentadura durante uma transmissão ao vivo.

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Portugal, Japão, São Paulo e Alta Floresta, MT

Olá

Tenho notado nos relatórios de acesso ao blog que tem bastante gente de Portugal, Japão, São Paulo e da região de Alta Floresta, MT dando a honra da visita.

À todos vocês meu agradecimento !
Escrevam, mandem algum recado ....

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10 julho, 2008

Você sabe como se dá o aumento de preços no mercado?

A inflação continua sendo o alvo de todas as atenções. Então, é muito importante que você entenda melhor essa variável econômica, caso contrário, pode continuar tendo a ilusão que esse fenômeno não afeta seu modo de viver. A alta da inflação diminui o valor da moeda e a conseqüência é a queda do poder de compra.

Como fenômeno, ela não é inesperada como um novo vírus, ocorre periodicamente na economia. É continuamente vigiada pelas autoridades, pois é saudável que se mantenha sob controle.

Dada a abrangência e o uso do IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado), medido pela Fundação Getúlio Vargas, é esse índice que você precisa compreender para poupar e investir de maneira eficiente. Ele é o mais utilizado para calcular as variáveis reais da economia

O ciclo tem a seguinte dinâmica: pessoas passam a gastar mais aumentando a demanda por produtos e serviços e os preços sobem; as pessoas voltam a comprar menos e o ciclo recomeça.

Não há um consenso entre os economistas sobre as causas da inflação. De um lado estão os que acreditam que a razão é a maior quantidade de dinheiro circulando. Do outro lado estão os que acreditam que é o aumento da demanda.

Há várias formas de medir a inflação, e é por isso que você pode encontrar diversos índices. Conhecer todos não é tarefa fácil porque cada um tem uma metodologia. Cada índice mede a variação de preços de uma cesta de produtos e serviços.

Dada a abrangência e o uso do IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado), medido pela Fundação Getúlio Vargas, é esse índice que você precisa compreender para poupar e investir de maneira eficiente. Ele é o mais utilizado para calcular as variáveis reais da economia.

O IGP-M como variação de preços de uma cesta de produtos e serviços é composto por três mini-cestas com pesos diferentes: preços do comércio atacadista (a mais pesada), do varejo (a de peso médio) e da construção civil (a menos pesada). Falando mais tecnicamente, o IGP-M é calculado pela média ponderada de outros três índices: 60% do Índice de Preços por Atacado (IPA), 30% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) e 10% do Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).

Os preços dos produtos e serviços que compõem a grande cesta são coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência. Assim sendo, o IGP-M de junho já foi divulgado e o de julho está em fase de coleta de dados.

Em junho, o IGP-M* subiu 1,98%, combinação de alta de 2,27% do IPA com 0,89% do IPC e 2,67% do INCC. Vamos abaixo ver os produtos e serviços que tiveram seus preços aumentados e foram os maiores responsáveis pelo aumento do IGP-M no mês:

No atacado: Produtos agropecuários e as matérias-primas, por exemplo, a soja em grãos, os adubos e fertilizantes, o aço e o ferro.

No varejo: Alimentos, principalmente o arroz branco, batata-inglesa e o pão francês.

Na construção civil: A mão-de-obra de ajudantes, serventes, pedreiros e carpinteiros.

* Fonte: Divisão de Gestão de Dados - IBRE/FGV


Sandra Blanco é consultora financeira e trabalhou na Merrill Lynch, nos EUA. Também é fundadora do primeiro clube de investimento feminino brasileiro.

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05 julho, 2008

Cotação baixa do dólar faz gaúchos lotarem freeshops na fronteira com Uruguai

Consumidores deixam cerca de R$ 80 milhões por mês na compra de produtos importados
Por lá, não há estádios de futebol. Mas o movimento registrado nos finais de semana em municípios da fronteira com o Uruguai é semelhante à média do verificado no Olímpico ou no Beira-Rio durante os jogos do campeonato brasileiro.Em busca das barbadas oferecidas nos freeshops do outro lado da linha divisória - por conta da baixa cotação do dólar, que ontem fechou a R$ 1,60 - , cerca de 30 mil gaúchos pegam a estrada e partem rumo a Santana do Livramento, Chuí, Jaguarão e Quaraí.
O panorama em Rivera, Chuy, Rio Branco e Artigas é revelador: filas nas lojas, hotéis lotados e veículos com placas de todo o Estado disputando uma vaga de estacionamento nas ruas. Levantamento feito pela Associação Comercial e Industrial de Jaguarão em toda a fronteira estima que os gaúchos deixam R$ 80 milhões por mês na compra de produtos importados.A estrutura do lado brasileiro não comporta tantos consumidores dispostos a gastar.
Umas das principais deficiências está na rede hoteleira. Em Santana do Livramento, os 1,8 mil leitos não dão conta dos quase 24 mil turistas que se deslocam para Rivera a cada final de semana. Isso faz com que pessoas se hospedem em municípios vizinhos e até em casas de famílias. Fato parecido só ocorreu em 1995, época em que a cidade uruguaia era sede dos jogos do Brasil na Copa América.Para obter vagas em quartos de casas de famílias, não basta simplesmente pagar. Geralmente, as pessoas conseguem essas acomodações por meio de indicações, que podem vir de amigos ou dos próprios hotéis. É o caso da família de Jorge Antônio Remedi Guerra, 46 anos. No alto da garagem de sua casa, é preparado um pequeno sobrado com três peças, que será destinado aos que ele chama de "turistas conhecidos".
— E ainda estamos montando mais quatro apartamentos — diz Guerra.
Férias prometem tornar vagas ainda mais escassasComo julho é mês de férias, a rede hoteleira prevê lotação máxima. Ligar para um hotel e ouvir do atendente que há vagas será raro, mesmo com diárias de R$ 50 a R$ 300. Proprietário do Verde Plaza em Santana do Livramento, João Gabriel Hillal construiu 15 apartamentos novos este ano e espera ocupar os 130 quartos do prédio, localizado a cinco quadras de Rivera:
— Os clientes fazem depósitos adiantados para garantir vaga, o que nos traz um bom rendimento. A movimentação respinga até em nosso restaurante, que recebe não somente os hóspedes, como também os turistas que estão em outros hotéis e até excursões.
Apesar da falta de vagas, os investimentos no setor são escassos no lado brasileiro. Os 2,2 mil leitos disponíveis nas quatro cidades gaúchas fronteiriças com as uruguaias que têm freeshops são insuficientes.— Os empresários uruguaios, que ampliam e modernizam seus freeshops, estão acreditando mais na economia brasileira, com a moeda valorizada diante do dólar, do que os próprios brasileiros — afirma o economista Carlos Eduardo Grisolia da Rosa.
Os preferidos nas prateleiras
Vinho chileno — US$ 6,75
Uísque escocês — US$ 30
Perfume CK One — US$ 44
Ar-condicionado split 9 mil BTUs — US$ 360
Câmera digital — US$ 150

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01 julho, 2008

Visita dos Acadêmicos da Faculdade Unilagos à BOVESPA