Região Sul quer incentivar transporte aéreo regional
Segundo país no ranking da movimentação aérea mundial, o Brasil tem só 52 cidades cobertas pelo transporte aeroportuário. Diante da sobrecarga dos aeroportos brasileiros em funcionamento, a ampliação de destinos regionais é vista como o grande trunfo para socorrer o sistema de aviação aérea. Para impulsionar investimentos na área, representantes de empresas e de ministérios envolvidos formaram um grupo de trabalho nesta semana, em Porto Alegre.
Durante a primeira edição do Seminário Transporte Aéreo Regional e Logística Integrada ao Turismo, foram debatidas ações para ampliar a oferta de vôos regulares e incrementar o turismo doméstico nos três estados da região Sul. 'Há uma carência por investimentos no sistema aeroportuário do país, já que muitas vezes não é oferecida nenhuma segurança ao empresariado', explicou o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), Apostole Lazaro Chryssafidis.
Atualmente, existem 16 empresas do ramo em operação no país, as quais transportam cerca de 250 mil passageiros por mês. No Rio Grande do Sul, apenas duas companhias atendem destinos curtos dentro do Estado: a NHT Linhas Aéreas e a Trip Linhas Aéreas. 'Precisamos criar um arcabouço legal que proporcione condições viáveis para investimentos em vôos domésticos', acrescentou o presidente da entidade. Um dos palestrantes do evento, o relator da CPI da Crise do Tráfego Aéreo, deputado federal Marco Maia (PT-RS), destacou o amplo espaço para a expansão do sistema aeroportuário no Brasil. 'Nossa aviação regional é deficitária, ao contrário dos Estados Unidos', exemplificou o parlamentar, acrescentando que a demanda na aviação brasileira cresce cerca de 10% ao ano. Maia apontou ainda que tanto o turismo quanto o desenvolvimento de regiões gaúchas passam pelo crescimentos das rotas aéreas.
Na próxima semana, o parlamentar buscará uma agenda para os representantes do setor serem recebidos no Ministério do Turismo, em Brasília. Inicialmente, o grupo de trabalho é formado por representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Ministério do Turismo, Ministério da Defesa Civil e Abetar.
Correiodo Povo, 24 de agosto de 2008.
Durante a primeira edição do Seminário Transporte Aéreo Regional e Logística Integrada ao Turismo, foram debatidas ações para ampliar a oferta de vôos regulares e incrementar o turismo doméstico nos três estados da região Sul. 'Há uma carência por investimentos no sistema aeroportuário do país, já que muitas vezes não é oferecida nenhuma segurança ao empresariado', explicou o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Transporte Aéreo Regional (Abetar), Apostole Lazaro Chryssafidis.
Atualmente, existem 16 empresas do ramo em operação no país, as quais transportam cerca de 250 mil passageiros por mês. No Rio Grande do Sul, apenas duas companhias atendem destinos curtos dentro do Estado: a NHT Linhas Aéreas e a Trip Linhas Aéreas. 'Precisamos criar um arcabouço legal que proporcione condições viáveis para investimentos em vôos domésticos', acrescentou o presidente da entidade. Um dos palestrantes do evento, o relator da CPI da Crise do Tráfego Aéreo, deputado federal Marco Maia (PT-RS), destacou o amplo espaço para a expansão do sistema aeroportuário no Brasil. 'Nossa aviação regional é deficitária, ao contrário dos Estados Unidos', exemplificou o parlamentar, acrescentando que a demanda na aviação brasileira cresce cerca de 10% ao ano. Maia apontou ainda que tanto o turismo quanto o desenvolvimento de regiões gaúchas passam pelo crescimentos das rotas aéreas.
Na próxima semana, o parlamentar buscará uma agenda para os representantes do setor serem recebidos no Ministério do Turismo, em Brasília. Inicialmente, o grupo de trabalho é formado por representantes da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Ministério do Turismo, Ministério da Defesa Civil e Abetar.
Correiodo Povo, 24 de agosto de 2008.
Marcadores: aviacao, aviacao brasileira, Regiao Sul, Transporte Aereo, transporte aeroportuário







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