29 novembro, 2008

George Harrison




Sexta-feira, 30/11/2001
O guitarrista tinha 58 anos e lutava contra um câncer no pulmão. Ele morreu na mansão de um amigo, na Califórnia. Fãs levaram flores ao memorial da banda em Nova York.







My sweet lord
Hm, my lord
Hm, my lord

I really want to see you
Really want to be with you
Really want to see you lord
But it takes so long, my lord

My sweet lord
Hm, my lord
Hm, my lord

I really want to know you
Really want to go with you
Really want to show you lord
That it won't take long, my lord (hallelujah)

My sweet lord (hallelujah)
Hm, my lord (hallelujah)
My sweet lord (hallelujah)

I really want to see you
Really want to see you
Really want to see you, lord
Really want to see you, lord
But it takes so long, my lord (hallelujah)

My sweet lord (hallelujah)
Hm, my lord (hallelujah)
My, my, my lord (hallelujah)

I really want to know you (hallelujah)
Really want to go with you (hallelujah)
Really want to show you lord (aaah)
That it won't take long, my lord (hallelujah)

Hmm (hallelujah)
My sweet lord (hallelujah)
My, my, lord (hallelujah)

Hm, my lord (hare krishna)
My, my, my lord (hare krishna)
Oh hm, my sweet lord (krishna, krishna)
Oh-uuh-uh (hare hare)

Now, I really want to see you (hare rama)
Really want to be with you (hare rama)
Really want to see you lord (aaah)
But it takes so long, my lord (hallelujah)

Hm, my lord (hallelujah)
My, my, my lord (hallelujah)
My sweet lord (hallelujah)
My sweet lord (hallelujah)
My lord (hallelujah)
Hm, hm (hallelujah)
Hm, hm (hallelujah)
Hm, hm (hallelujah)
Hm, hm (hallelujah)
My sweet lord (hallelujah)
My sweet lord (My sweet lord)
My, my, my lord (hallelujah)
My, my, my, my lord (hallelujah)
My sweet lord (Hallelujah)

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27 novembro, 2008

Verdadeira Batalha de La Plata

26 novembro, 2008

Curso tecnológico é bem aceito no mercado

14 novembro, 2008

Os lucros excessivos provocaram a crise



Em 1951, um ex-presidente do Banco Central dos EUA escreveu, a propósito da crise de 1929: "Se a riqueza nacional tivesse sido melhor repartida, se as empresas se tivessem contentado com lucros menos elevados, se as classes mais ricas tivessem auferido rendimentos mais baixos e os agregados familiares mais modestos remunerações mais elevadas, a estabilidade da nossa economia teria sido maior."

Quando, daqui a alguns meses, se procurar atenuar a atual recessão através de uma política de investimentos públicos, deveria aproveitar-se a ocasião para erguer um monumento à memória de Marriner Stoddard Eccles, presidente do Banco Central dos EUA, de 1934 a 1948, e aí gravar páginas do seu Beckoning Frontiers [New York: Ed. Alfred A. Knopf, 1951] onde analisa, em pormenor, as causas do colapso económico de 1929-1930 e da grande depressão que se lhe seguiu.

Segundo M.S. Eccles, as grandes desigualdades na repartição do rendimento líquido nacional entre salários e lucros estão na origem da Grande Depressão: salários baixos para a grande massa dos americanos, lucros elevados para as empresas, confiscados por uma minoria:

"Se a riqueza nacional tivesse sido melhor repartida, isto é, se as empresas se tivessem contentado com lucros menos elevados, se as classes mais ricas tivessem auferido rendimentos mais baixos e os agregados familiares mais modestos remunerações mais elevadas, a estabilidade da nossa economia teria sido maior."

E Eccles acrescenta ainda:

"Se, por exemplo, os seis bilhões de dólares investidos pelas empresas e pelas grandes fortunas na especulação bolsista tivessem sido aplicados numa política de redistribuição baseada na descida dos preços ou em aumentos salariais, com a conseqüente diminuição dos lucros das empresas e dos mais ricos, teria sido possível impedir ou pelo menos atenuar, em grande medida, o colapso econômico desencadeado em 1929."

Quer se trate do texto original completo de M.S. Eccles quer da tradução francesa, todos os que procuram refletir sobre as reformas do capitalismo neles encontrarão matéria para meditar.

De uma maneira geral, é costume distinguir diferentes tipos de crise: crise do crédito com a correspondente crise bancária, seguida de uma crise bolsista - é a que estamos a viver neste momento; crise bolsista por esvaziamento de bolha especulativa, a de 2000-2001; derrocada da bolsa seguida da ruína do tecido industrial, como foi a crise de 1929. Eccles propõe, todavia, um diagnóstico que pode ser aplicado a todas estas crises.

Quando o excesso de lucros se concentra nas mãos de um punhado de homens, o capital acumulado alimenta a especulação bolsista ou a distribuição de créditos a risco. Quando os salários se mantêm baixos, as famílias consomem a crédito fácil até o esgotarem e despreza-se assim a solvência e o investimento de capital em novos meios de produção.

Nestas condições, o que deverá ser feito para reformar utilmente o capitalismo?

Acabar com as "golden parachute" (reformas douradas) ou estabelecer patamares de remunerações para os banqueiros são medidas populares mas, no fundo, irrisórias. Acabar com os paraísos fiscais, regulamentar os mercados financeiros que três décadas de liberalismo desregrado deitaram abaixo, tudo isto é sensato, mas insuficiente.

Aumentar os salários e reduzir os lucros seria perfeitamente legítimo mas como incrementar tais medidas quando o desemprego atinge níveis elevados e paralisa as reivindicações dos trabalhadores? Na França, o Estado poderia talvez começar por pôr fim aos incentivos fiscais e seletivos, abandonar o slogan "trabalhar mais para ganhar mais" e deixar de culpar os desempregados.

A partir de 1933, Franklin D. Roosevelt tomou três iniciativas no quadro do New Deal: reduziu os horários de trabalho para quarenta horas semanais sem redução dos salários, indenizou os desempregados e colaborou com os sindicatos.



Texto publicado originalmente no blog DéChiffrages.

Tradução de José J. Costa

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08 novembro, 2008

GM admite estar à beira da falência

Nova Iorque — A General Motors (GM) deu ontem por encerradas suas negociações com a Chrysler e disse que não se fundirá com a terceira maior fabricante americana de automóveis, depois de revelar que sua situação de liquidez é quase desesperadora. A declaração dada ontem pela GM é a primeira informação oficial sobre as negociações. Durante semanas se especulou que a Cerberus, que controla a Chrysler, mantinha conversas com GM e Renault-Nissan para a venda da montadora. 'Embora a aquisição possa ter proporcionado potencialmente significantes benefícios, a companhia concluiu que é mais importante neste momento se concentrar em suas dificuldades imediatas de liquidez', disse a GM em comunicado. Bob Nardelli, executivo-chefe da Chrysler, se negou a 'confirmar ou a revelar a natureza de suas reuniões privadas'.

A GM advertiu que corre o risco de ficar sem dinheiro em caixa no primeiro semestre de 2009 se não receber ajuda do governo dos Estados Unidos ou se não houver uma melhora nas condições do mercado de veículos. A GM tomará 'todas as medidas possíveis' para evitar a falência, afirmou ontem seu presidente executivo, Rick Wagoner. 'Estamos convencidos de que as conseqüências de uma falência seriam terríveis. Por isso, tomaremos todas as medidas possíveis para evitá-la', disse Wagoner em uma videoconferência.

A perda líquida do número um americano do setor automobilístico totalizou 2,5 bilhões de dólares no trimestre encerrado em setembro. Excluindo o impacto favorável de um acordo concluído com o sindicato UAW, a perda fica em 4,2 bilhões, ante 1,6 milhão do ano passado. O volume de vendas cresceu abaixo das expectativas, a 37,9 bilhões de dólares, enquanto o mercado apostava em 39,14 bilhões.

Não só a General Motors, mas também a Ford Motor e a Chrysler demandam empréstimos de Washington para sobreviver, depois do colapso em suas vendas. Mas, das três grandes montadoras de Detroit, a GM é a que tem liquidez mais precária. A empresa informou que está concentrada em aumentar sua precária liquidez por meio de um corte de custos que deve lhe render uma economia de 5 bilhões de dólares. A GM disse que vai promover mais demissões, que devem afetar funcionários que não trabalham diretamente nas linhas de montagem.

Ontem, em Washington, o presidente eleito dos EUA, Barack Obama, afirmou que a ajuda à indústria automotiva, fortemente atingida pela crise econômica, é uma prioridade para sua equipe de transição. Obama, em sua primeira entrevista desde a vitória na terça-feira, cobrou do governo do presidente George W. Bush que faça tudo que puder para acelerar o desembolso de 25 bilhões de dólares em empréstimos para o setor.

Correio do Povo

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06 novembro, 2008

Primeiro Discurso de Barack Obamo após Eleito

"Olá, Chicago! Se alguém aí ainda dúvida de que os Estados Unidos são
um lugar onde tudo é possível, que ainda se pergunta se o sonho de
nossos fundadores continua vivo em nossos tempos, que ainda questiona
a força de nossa democracia, esta noite é sua resposta.

É a resposta dada pelas filas que se estenderam ao redor de escolas e
igrejas em um número como esta nação jamais viu, pelas pessoas que
esperaram três ou quatro horas, muitas delas pela primeira vez em suas
vidas, porque achavam que desta vez tinha que ser diferente e que suas
vozes poderiam fazer esta diferença.

É a resposta pronunciada por jovens e idosos, ricos e pobres,
democratas e republicanos, negros, brancos, hispânicos, indígenas,
homossexuais, heterossexuais, incapacitados ou não-incapacitados.

Americanos que transmitiram ao mundo a mensagem de que nunca fomos
simplesmente um conjunto de indivíduos ou um conjunto de Estados
vermelhos e Estados azuis.

Somos, e sempre seremos, os EUA da América. É a resposta que conduziu
aqueles que durante tanto tempo foram aconselhados por tantos a serem
céticos, temerosos e duvidosos sobre o que podemos conseguir para
colocar as mãos no arco da História e torcê-lo mais uma vez em direção
à esperança de um dia melhor.

Demorou um tempo para chegar, mas esta noite, pelo que fizemos nesta
data, nestas eleições, neste momento decisivo, a mudança chegou aos
EUA. Esta noite, recebi um telefonema extraordinariamente cortês do
senador McCain.

O senador McCain lutou longa e duramente nesta campanha. E lutou ainda
mais longa e duramente pelo país que ama. Agüentou sacrifícios pelos
EUA que sequer podemos imaginar. Todos nos beneficiamos do serviço
prestado por este líder valente e abnegado.

Parabenizo a ele e à governadora Palin por tudo o que conseguiram e
desejo colaborar com eles para renovar a promessa desta nação durante
os próximos meses.

Quero agradecer a meu parceiro nesta viagem, um homem que fez campanha
com o coração e que foi o porta-voz de homens e mulheres com os quais
cresceu nas ruas de Scranton e com os quais viajava de trem de volta
para sua casa em Delaware, o vice-presidente eleito dos EUA, Joe
Biden.

E não estaria aqui esta noite sem o apoio incansável de minha melhor
amiga durante os últimos 16 anos, a rocha de nossa família, o amor da
minha vida, a próxima primeira-dama da nação, Michelle Obama.

Sasha e Malia amo vocês duas mais do que podem imaginar. E vocês
ganharam o novo cachorrinho que está indo conosco para a Casa Branca.

Apesar de não estar mais conosco, sei que minha avó está nos vendo,
junto com a família que fez de mim o que sou. Sinto falta deles esta
noite. Sei que minha dívida com eles é incalculável.

A minha irmã Maya, minha irmã Auma, meus outros irmãos e irmãs,
muitíssimo obrigado por todo o apoio que me deram. Sou grato a todos
vocês. E a meu diretor de campanha, David Plouffe, o herói não
reconhecido desta campanha, que construiu a melhor campanha política,
creio eu, da história dos EUA da América.

A meu estrategista chefe, David Axelrod, que foi um parceiro meu a
cada passo do caminho. À melhor equipe de campanha formada na história
da política.

Vocês tornaram isto realidade e estou eternamente grato pelo que
sacrificaram para conseguir. Mas, sobretudo, não esquecerei a quem
realmente pertence esta vitória. Ela pertence a vocês. Ela pertence a
vocês.

Nunca pareci o candidato com mais chances. Não começamos com muito
dinheiro nem com muitos apoios. Nossa campanha não foi idealizada nos
corredores de Washington. Começou nos quintais de Des Moines e nas
salas de Concord e nas varandas de Charleston.

Foi construída pelos trabalhadores e trabalhadoras que recorreram às
parcas economias que tinham para doar US$ 5, ou US$ 10 ou US$ 20 à
causa.

Ganhou força dos jovens que negaram o mito da apatia de sua geração,
que deixaram para trás suas casas e seus familiares por empregos que
os trouxeram pouco dinheiro e menos sono.

Ganhou força das pessoas não tão jovens que enfrentaram o frio gelado
e o ardente calor para bater nas portas de desconhecidos, e dos
milhões de americanos que se ofereceram como voluntários e organizaram
e demonstraram que, mais de dois séculos depois, um governo do povo,
pelo povo e para o povo não desapareceu da Terra.

Esta é a vitória de vocês. Além disso, sei que não fizeram isto só
para vencerem as eleições. Sei que não fizeram por mim.

Fizeram porque entenderam a magnitude da tarefa que há pela frente.
Enquanto comemoramos esta noite, sabemos que os desafios que nos trará
o dia de amanhã são os maiores de nossas vidas - duas guerras, um
planeta em perigo, a pior crise financeira em um século.

Enquanto estamos aqui esta noite, sabemos que há americanos valentes
que acordam nos desertos do Iraque e nas montanhas do Afeganistão para
dar a vida por nós.

Há mães e pais que passarão noites em claro depois que as crianças
dormirem e se perguntarão como pagarão a hipoteca ou as faturas
médicas ou como economizarão o suficiente para a educação
universitária de seus filhos.

Há novas fontes de energia para serem aproveitadas, novos postos de
trabalho para serem criados, novas escolas para serem construídas e
ameaças para serem enfrentadas, alianças para serem reparadas.

O caminho pela frente será longo. A subida será íngreme. Pode ser que
não consigamos em um ano nem em um mandato. No entanto, EUA, nunca
estive tão esperançoso como estou esta noite de que chegaremos.

Prometo a vocês que nós, como povo, conseguiremos. Haverá percalços e
passos em falso. Muitos não estarão de acordo com cada decisão ou
política minha quando assumir a presidência. E sabemos que o Governo
não pode resolver todos os problemas.

Mas, sempre serei sincero com vocês sobre os desafios que nos
afrontam. Ouvirei a vocês, principalmente quando discordarmos. E,
sobretudo, pedirei a vocês que participem do trabalho de reconstruir
esta nação, da única forma como foi feita nos EUA durante 221 anos,
bloco por bloco, tijolo por tijolo, mão calejada sobre mão calejada.

O que começou há 21 meses em pleno inverno não pode acabar nesta noite
de outono.

Esta vitória em si não é a mudança que buscamos. É só a oportunidade
para que façamos esta mudança. E isto não pode acontecer se voltarmos
a como era antes. Não pode acontecer sem vocês, sem um novo espírito
de sacrifício.

Portanto façamos um pedido a um novo espírito do patriotismo, de
responsabilidade, em que cada um se ajuda e trabalha mais e se
preocupa não só com si próprio, mas um com o outro.

Lembremos que, se esta crise financeira nos ensinou algo, é que não
pode haver uma Wall Street (setor financeiro) próspera enquanto a Main
Street (comércio ambulante) sofre.

Neste país, avançamos ou fracassamos como uma só nação, como um só
povo. Resistamos à tentação de recair no partidarismo, na mesquinharia
e na imaturidade que intoxicaram nossa vida política há tanto tempo.

Lembremos que foi um homem deste estado que levou pela primeira vez a
bandeira do Partido Republicano à Casa Branca, um partido fundado
sobre os valores da auto-suficiência e da liberdade do indivíduo e da
união nacional.

Estes são valores que todos compartilhamos. E enquanto o Partido
Democrata conquistou uma grande vitória esta noite, fazemos com certa
humildade e a determinação para curar as divisões que impediram nosso
progresso.

Como disse Lincoln a uma nação muito mais dividida que a nossa, não
somos inimigos, mas amigos. Embora as paixões os tenham colocado sob
tensão, não devem romper nossos laços de afeto.

E àqueles americanos cujo apoio eu ainda devo conquistar, pode ser que
eu não tenha conquistado seu voto hoje, mas ouço suas vozes. Preciso
de sua ajuda e também serei seu presidente.

E a todos aqueles que nos vêem esta noite além de nossas fronteiras,
em Parlamentos e palácios, a aqueles que se reúnem ao redor dos rádios
nos cantos esquecidos do mundo, nossas histórias são diferentes, mas
nosso destino é comum e começa um novo amanhecer de liderança
americana.

A aqueles que pretendem destruir o mundo: vamos vencê-los. A aqueles
que buscam a paz e a segurança: apoiamo-nos.

E a aqueles que se perguntam se o farol dos EUA ainda ilumina tão
fortemente: esta noite demonstramos mais uma vez que a força autêntica
de nossa nação vem não do poderio de nossas armas nem da magnitude de
nossa riqueza, mas do poder duradouro de nossos ideais: democracia,
liberdade, oportunidade e firme esperança.

Lá está a verdadeira genialidade dos EUA: que o país pode mudar. Nossa
união pode ser aperfeiçoada. O que já conseguimos nos dá esperança
sobre o que podemos e temos que conseguir amanhã.

Estas eleições contaram com muitos inícios e muitas histórias que
serão contadas durante séculos. Mas uma que tenho em mente esta noite
é a de uma mulher que votou em Atlanta.

Ela se parece muito com outros que fizeram fila para fazer com que sua
voz seja ouvida nestas eleições, exceto por uma coisa: Ann Nixon
Cooper tem 106 anos.

Nasceu apenas uma geração depois da escravidão, em uma era em que não
havia automóveis nas estradas nem aviões nos céus, quando alguém como
ela não podia votar por dois motivos - por ser mulher e pela cor de
sua pele.

Esta noite penso em tudo o que ela viu durante seu século nos EUA - a
desolação e a esperança, a luta e o progresso, às vezes em que nos
disseram que não podíamos e as pessoas que se esforçaram para
continuar em frente com esta crença americana: podemos.

Em uma época em que as vozes das mulheres foram silenciadas e suas
esperanças descartadas, ela sobreviveu para vê-las serem erguidas,
expressarem-se e estenderem a mão para votar. Podemos.

Quando havia desespero e uma depressão ao longo do país, ela viu como
uma nação conquistou o próprio medo com uma nova proposta, novos
empregos e um novo sentido de propósitos comuns. Podemos.

Quando as bombas caíram sobre nosso porto e a tirania ameaçou ao
mundo, ela estava ali para testemunhar como uma geração respondeu com
grandeza e a democracia foi salva. Podemos.

Ela estava lá pelos ônibus de Montgomery, pelas mangueiras de
irrigação em Birmingham, por uma ponte em Selma e por um pregador de
Atlanta que disse a um povo: "Superaremos". Podemos.

O homem chegou à Lua, um muro caiu em Berlim e um mundo se interligou
através de nossa ciência e imaginação. E este ano, nestas eleições,
ela tocou uma tela com o dedo e votou, porque após 106 anos nos EUA,
durante os melhores e piores tempos, ela sabe como os EUA podem mudar.
Podemos.

EUA avançamos muito. Vimos muito. Mas há muito mais por fazer.

Portanto, esta noite vamos nos perguntar se nossos filhos viverão para
ver o próximo século, se minhas filhas terão tanta sorte para viver
tanto tempo quanto Ann Nixon Cooper, que mudança virá? Que progresso
faremos?

Esta é nossa oportunidade de responder a esta chamada. Este é o nosso
momento. Esta é nossa vez.

Para dar emprego a nosso povo e abrir as portas da oportunidade para
nossas crianças, para restaurar a prosperidade e fomentar a causa da
paz, para recuperar o sonho americano e reafirmar esta verdade
fundamental, que, de muitos, somos um, que enquanto respirarmos, temos
esperança.

E quando nos encontrarmos com o ceticismo e as dúvidas, e com aqueles
que nos dizem que não podemos, responderemos com esta crença eterna
que resume o espírito de um povo: podemos.

Obrigado. Que Deus os abençoe. E que Deus abençoe os EUA da América".

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03 novembro, 2008

Itaú e Unibanco se unem e criam maior grupo do Hemisfério Sul

Os controladores do Itaú e do Unibanco assinaram nesta segunda-feira, 3, um contrato visando à unificação dos bancos, para formar o maior grupo financeiro privado do Hemisfério Sul. "Trata-se de uma instituição financeira com a capacidade de competir no cenário internacional com os grandes bancos mundiais", afirmaram os diretores de Relações com Investidores de ambos os bancos em fato relevante conjunto.
A associação contemplará uma reorganização societária, com migração dos atuais acionistas do Unibanco Holdings e Unibanco, mediante incorporações de ações, para uma companhia aberta, a ser denominada Itaú Unibanco Holding, atual Banco Itaú Holding Financeira. O controle dessa holding, por sua vez, será compartilhado entre a Itaúsa e os controladores da Unibanco Holdings, por meio de holding não financeira a ser criada no âmbito da reorganização.

A conclusão da reorganização societária depende da aprovação do Banco Central e das demais autoridades competentes. Segundo fato relevante, os controladores da Itaúsa e da Unibanco Holdings vêm negociando nos últimos 15 meses.

Em setembro, Itaú e Unibanco tinham, juntos, ativos de R$ 575,1 bilhões, um patrimônio líquido de cerca de R$ 51,7 bilhões e uma carteira de crédito combinada de R$ 225,3 bilhões. O lucro líquido somado dos dois bancos de janeiro a setembro deste ano foi de R$ 8,1 bilhões.

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