30 março, 2009

Vídeo do Centenário do Sport Club Internacional

28 março, 2009

Corte no IPI dos carros vale por mais três meses

Uma manhã de conversas ao telefone entre sindicalistas, dirigentes de montadoras e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, selou ontem a renovação do acordo de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para os carros por mais três meses. O anúncio oficial será feito na segunda ou terça-feira (dias 30 ou 31 de março), pois depende da agenda dos envolvidos nas negociações.

Com isso, a alíquota do IPI, que era de 7% para carros 1.0, permanecerá isenta. Para modelos 1.4 até 2.0, ficará em 5,5% para motores flex e 6,5% para a gasolina, metade da alíquota normal. Com o novo imposto, os preços dos carros caem em média de 5% a 7%.

O governo já vinha manifestando intenção de renovar a medida, que ajudou as montadoras a venderem, em plena crise, mais veículos no primeiro trimestre deste ano do que em 2008. O impasse estava na contrapartida a ser exigida, de manutenção de empregos, sugerida pelas centrais sindicais. Só nos dois primeiros meses de 2009 as montadoras cortaram 4 mil vagas de trabalho. As fabricantes concordaram, desde que ficassem de fora os trabalhadores com contratos temporários. A abertura de programa de demissão voluntária está liberada

O corte do IPI em meados de dezembro do ano passado e com validade inicial até 31 de março foi adotado para reduzir o efeito da crise financeira nas vendas de carros no País, que despencaram nos últimos meses de 2008. Apesar de ter provocado queda de 90% na arrecadação do imposto, a medida é vista como uma das poucas anunciada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva com resultado efetivo.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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23 março, 2009

Como é a política de preços da gasolina nos EUA e Argentina

16 março, 2009

Internacional destaque na Revista Four Four Two















O Sport Club Internacional é destaque da publicação nacional da revista Four Four Two do mês de março.
Até agora é a melhor matéria escrita sobre a história do Maior, Melhor e Único Clube de Primeira do Rio Grande do Sul.

Vale a pena, recomende a todos !

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15 março, 2009

CNI: 54% das empresas já demitiram e 36% vão cortar mais

Pesquisa da Confederação da Indústria mostra ainda que 53% responderam que suspenderam as contratações

- A consulta empresarial realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostra que 80% das empresas ouvidas adotaram alguma ação em relação a seus trabalhadores em função da crise internacional. Em 54% delas, a demissão de funcionários ou a suspensão de serviços terceirizados foi a saída. Outros 53% responderam que suspenderam as contratações planejadas, Justificar32% concederam férias coletivas, 27% adotaram banco de horas e 9% reduziram a jornada de trabalho e salários. A soma dos porcentuais, segundo a CNI, supera 100% porque as empresas podem assinalar mais de uma opção.


A pesquisa mostra também que 36% das empresas entrevistadas pretendem demitir ou suspender serviços terceirizados, como reação à crise. Outros 24% disseram que pretendem reduzir jornada de trabalho ou de salários, e 22% afirmaram que devem suspender as contratações planejadas.

Na percepção da indústria, segundo a pesquisa, as medidas adotadas pelo Banco Central para atenuar a escassez e o alto custo do crédito não estão sendo efetivas, conforme resposta de 40% dos empresários consultados. Para 54%, as medidas estão sendo efetivas de forma moderada e apenas 4% afirmaram que as medidas estão surtindo efeito de forma significativa.

Para 39% dos empresários, as medidas do governo federal para reaquecer a economia também não estão fazendo efeito. Por outro lado, 57% responderam que as medidas estão funcionando de forma moderada e, para 3%, estão sendo eficazes de forma significativa.

Pedidos dos empresários

Ao serem questionadas sobre qual deve ser o foco das ações governamentais para contornar os efeitos da crise, 63% dos empresários da indústria assinalaram a opção redução de tributos. Outros 51% marcaram corte de juros e do spread bancário - diferença entre a taxa de captação e os juros cobrados nos empréstimos. Em terceiro lugar, ficou a necessidade de aumentar a oferta de financiamento para capital de giro (30%).

A sondagem também mostrou que 31% dos empresários acreditam que a crise terá fim em 2009, sendo que 10% do total geral avaliam que isso ocorrerá ainda no primeiro semestre deste ano e 21%, no segundo semestre. Mas, para 35% dos entrevistados, a crise só será superada em 2010, e 12% acreditam que a crise só terminará após 2010 (numa somatória de 47%).

Reflexos da crise

A pesquisa detectou ainda que oito em cada dez empresas industriais acreditam que os efeitos da crise internacional sobre a economia brasileira se tornaram mais intensos no primeiro trimestre de 2009, quando comparado a dezembro de 2008. Segundo a pesquisa, 79% dos entrevistados afirmaram que os impactos aumentaram ou aumentaram muito neste período. Para 13%, a situação continua inalterada e, para 7,5%, os impactos diminuíram ou diminuíram muito quando comparados a
dezembro.


O levantamento mostra também que 83% das indústrias afirmaram que a crise financeira internacional está afetando os negócios. Dezesseis por cento responderam que não estão sendo afetados. Segundo a pesquisa, 55% dos empresários responderam que os impactos da crise sobre sua empresa aumentaram ou aumentaram muito na comparação com dezembro de 2008. Para 35%, os impactos continuam iguais e, para 10%, diminuíram ou diminuíram muito.


A CNI ouviu 431 empresas industriais, sendo 75 de grande porte, 147 de médio porte e 209 pequenas empresas. A consulta foi feita entre os dias 4 e 11 de março.

Estadão

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06 março, 2009

Internet pela rede elétrica vira realidade



A tecnologia de acesso à internet banda larga usando redes de transmissão de energia elétrica já leva alguns anos em projetos e testes e, aos poucos, vem se tornando realidade no mercado de consumo brasileiro. Em novembro, a AES Eletropaulo Telecom demonstrou que já está preparada para a oferta comercial.

Embora ainda dependa de regulamentação da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a fornecedora de infra-estrutura de telecomunicações espera começar a prestação do serviço no primeiro trimestre de 2009, focando o modelo de negócios nas operadoras e provedoras de acesso a internet.

A empresa investiu R$ 20 milhões na tecnologia, que integra a rede de fibra óptica à rede elétrica de baixa tensão, para distribuição da internet em edifícios - residenciais ou comerciais. A conexão com o computador concretiza-se por um modem ligado diretamente na tomada.

01 março, 2009

Inter arrasa e rival ( de novo ) e levanta a Taça Fernando Carvalho no Gigante

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