27 junho, 2009

Irã comemora 30 anos da Revolução Islâmica

Revolução Islâmica, que estabeleceu um governo teocrático no Irã, com os aiatolás no poder completou 30 nos em fevereiro. Desde então, as relações com os EUA pioraram.

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Entenda a situação política do Irã e os 30 anos da Revolução Islâmica

Após vitória do atual presidente, manifestantes saíram às ruas. Professor de geografia explica o contexto político.

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Entenda o que é BRIC e o papel dos países emergentes

Professor de geografia do cursinho CPV explica que a situação econômica dos países emergentes, conhecidos pela sigla Bric, que corresponde ao Brasil, Rússia, Índia e China.


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22 junho, 2009

No Twitter

Agora também no Twitter : www.twitter.com/augusto2901

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20 junho, 2009

Budapeste, retrato de um mundo em perigo


Depois do comunismo, capital da Hungria é exemplo da globalização.
Mas também é amostra dos riscos trazidos pela crise econômica.

O declínio da economia mundial é, geralmente, retratado em números – desemprego de 8,5% nos Estados Unidos, de 15% na Espanha, as exportações da China caíram 25%, as do Japão diminuíram 49%, espera-se que o comércio internacional caia pela primeira vez em 80 anos, em mais de 13%.

Entretanto, os números, frios e precisos, não transmitem o custo real que essa recessão ainda pode extrair, caso não seja revertida. Mas Budapeste transmite.

Quando visitei Budapeste pela primeira vez, como estudante de intercâmbio, em janeiro de 1989, a cidade era a capital da Hungria comunista. Apesar da melancolia pairando como uma nuvem, havia certo charme por trás das camadas de sujeira e tristeza. Quando voltei à cidade, no mês passado, como jornalista de férias, Budapeste era Europa, tanto quanto Paris ou Barcelona, e tão fascinante quanto esses lugares.

Há 20 anos, a Hungria era um satélite soviético, um dos regimes menos linha-dura do leste europeu, mas, mesmo assim, comunista. Como estudante da política externa e interna da União Soviética, achei que conhecia intelectualmente o país. Porém, eu não tinha ideia.


Minha primeira lembrança de Budapeste é a de ter pego um metrô, da estação de trem até a Moszkva, Praça Moscou. Quando saí do metrô e cheguei à praça, em uma das muitas colinas do lado de Buda do Rio Danúbio, fiquei impressionado. Do outro lado do rio cinzento, em Pest, estava o parlamento húngaro, uma coleção de dezenas de delicados pináculos góticos ao redor de uma cúpula majestosa. A cúpula era off-white com ladrilhos terracota, seu brilho turvado pela poluição. Ainda assim, era uma construção audaciosa.

Passei os dias seguintes descobrindo que Budapeste, como o parlamento, era magnífica. No entanto, a grandeza parecia deslocada em meio à tristeza inconfundível que pairava sobre a cidade e outras capitais do leste europeu, na época.

Eu teria sentido a mesma tristeza no leste de Berlim. Porém, em Budapeste, por baixo da sujeira que cobria os palácios e casas da virada do século, um esplendor conseguia aparecer. As linhas sofisticadas e a rica arquitetura faziam esses prédios parecerem pessoas abastadas encarnando os personagens de Dickens. Se você ficasse na Rua Andrassy, o grande bulevar que divide a cidade, por tempo suficiente, e olhasse a bruma do meio-dia saindo do cano de escape de Trabants e Ladas, era possível sentir a grandiosidade do passado da cidade.

As pessoas de Budapeste estavam igualmente fora de tom com a atmosfera que os rodeava. Havia uma energia furtiva nos olhos de estranhos nos metrôs lotados, mas também uma apreensão, refletindo o fato de que a Hungria estava se afrouxando politicamente, apesar de que a liberdade ainda não havia explodido. Os húngaros, seu orgulho encoberto evidenciado em qualquer conversa, andavam rapidamente, ultrapassando monumentos soviéticos.

Para um país do bloco do leste, a Hungria era relativamente próspera, mas havia ainda uma monotonia nas roupas usadas pelas pessoas, uma mesmice nos produtos das lojas. A cidade parecia cozinhar em fogo baixo, na falta de esperança de um sistema econômico em declínio.

Quando voltei a Budapeste, no mês passado, fiquei novamente impressionado. Após duas décadas de liberalização econômica e política, o potencial da cidade já não estava escondido, oculto como uma sombra que desaparece na esquina.

Budapeste se tornou um sonho realizado, cheia de hotéis de padrão internacionais, gruas de construção onipresentes, mansões e museus limpos. Mulheres e homens estilosos lotavam os metrôs e as calçadas. As lojas estavam cheias a ponto de explodir, com produtos locais e marcas globais. Percebi que a Hungria era, de novo, parte da Europa.

É isso que está em risco no colapso atual – um mundo verdadeiramente globalizado, cada vez mais conectado e familiar, e, como mostrou o contágio da fraqueza econômica, mais frágil, devido a sua interdependência.

Agora, o mundo globalizado enfrenta seu maior desafio

Nos anos após a entrada da China, depois da Rússia e seus satélites, na economia global, a confiança se tornou a moeda deste mundo globalizado. Uma das características dominantes de nossa época tem sido uma autoconfiança exagerada, um orgulho às vezes presunçoso de nossa modernidade. Até que tudo isso começou a se esfarelar, no ano passado, um sentimento de otimismo e possibilidade infectou uma elite instável e, até certo ponto, as classes média e trabalhadora, de Budapeste a Bangalore.

O comércio internacional aumentou, à medida que caíam barreiras econômicas. A prosperidade cresceu e se espalhou. Mais de um bilhão de pessoas foram tiradas da pobreza nas últimas quatro décadas, a maioria delas na Ásia. Em grande parte do leste europeu, a prosperidade e a liberdade pessoal chegaram ao mesmo tempo. Nós não valorizamos esse mundo. Nos comportamos como se fosse perfeitamente natural poder viajar livremente de um lado da Europa a outro, retirar dinheiro de nossa conta corrente em caixas eletrônicos na África.

Toda uma indústria cresceu ao redor da globalização, com seus entusiastas e críticos. Agora, o mundo globalizado enfrenta seu maior desafio: uma contração econômica como nunca se viu antes. À medida que muitas economias encolhem sob o peso de resgates bancários e consumidores e credores apertam os cintos, o desemprego aumenta na maioria dos lugares.

Europeus do oeste, buscando reforçar suas próprias economias, poderiam trazer seu dinheiro de volta para casa, deixando o leste se defender sozinho. Governos cuja popularidade diminuiu já caíram na Hungria e na República Tcheca.

Apesar de tantas mudanças, existe um abismo de gerações na Europa do leste. Muitos jovens ainda expressam indiferença em relação à atual crise econômica. Em resposta a uma pergunta sobre o quanto uma mulher e sua família sofrem, ela disse: "Antes, tínhamos o comunismo" – como se dissesse "Você está brincando?".

Entretanto, uma pesquisa de opinião realizada em 2002 em países do leste europeu descobriu que pessoas com 60 anos ou mais tinham somente metade da probabilidade de apoiar o capitalismo de livre mercado do que aqueles com menos de 30. O perigo de perdas financeiras de bancos, ou até de governos, no leste europeu é real. O Fundo Monetário Internacional teve de dar à Hungria bilhões de dólares para evitar uma inadimplência nacional.

O problema é que muito da prosperidade húngara, e de seus vizinhos, foi emprestada, de bancos estrangeiros, em moeda estrangeira. À medida que a volatilidade perturbou mercados mundiais, investidores internacionais recorreram aos dólares e a títulos americanos, prejudicando outras moedas e tornando o débito da Hungria em moeda estrangeira ainda mais caro. Outros países em desenvolvimento estão presos em seus próprios laços de globalização – do México, altamente dependente de consumidores americanos como clientes, até a China, cuja força exportadora está diminuindo tanto que, possivelmente, crescerá somente a metade em relação ao ano passado.

O que acontecerá ao redor do mundo se milhões de pessoas continuarem a perder seus empregos? O que restará de um mundo que pensou que as fortunas só se moviam em uma direção? Na verdade, ninguém sabe.

Na Europa do leste, o pesadelo de diversos protestos continua mais falatório do que corresponde à realidade. Pelo menos, até o momento. Sentado em um café na Andrassy, o sol brilhando nas fachadas limpas, as frotas de carros alemães circulando, ainda é difícil acreditar que podemos voltar a uma época quando a Europa não era inteira e livre – ou que Budapeste pode se tornar refém, novamente, de um sistema econômico em colapso.

G1

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18 junho, 2009

Fim do diploma reduzirá salário de jornalistas, diz sindicato

O fim da obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo poderá comprometer a qualidade da informação levada ao público. A opinião é do presidente do Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Rio de Janeiro, José Ernesto Viana. Segundo ele, o recurso proposto para excluir a necessidade da formação também acarretará prejuízos para os profissionais. "O interesse é justamente desmantelar as nossas conquistas e, com isso, reduzir os salários", afirmou. "O jornalista", continuou "vai gastar R$ 50 mil na sua formação e depois dará lugar a alguém sem diploma?". O Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou o julgamento do recurso na tarde desta quarta-feira, 17.

O recurso que questiona se a exigência do diploma é constitucional é de autoria do Sindicato das empresas de rádio e televisão no Estado de São Paulo (Sertesp) e Ministério Público Federal. Segundo o MP, o decreto-lei 972/69, que estabelece as regras para exercício da profissão, entraria em choque com a Constituição de 1988.

Entidades como a Federação dos Jornalistas (Fenaj) e os sindicatos da categoria defendem que o diploma continue valendo. Eles argumentam que o diploma é "um dos pilares da regulamentação profissional do jornalista". Dizem também que o fim da exigência do diploma para o exercício da profissão "só interessa àqueles que desprezam o livre exercício do jornalismo com qualidade e ética e o direito da sociedade à informação".

Discussão no ministério

A concessão do diploma de Jornalismo a bacharéis de outras profissões após dois anos de curso é tema também discutido desde o início deste ano em comissão criada pelo Ministério da Educação para criar novas diretrizes para a graduação. Outra mudança a ser debatida é a separação do curso da grande área da Comunicação Social, criando um currículo próprio.

Desde os anos 1980, a formação em Jornalismo passou a ser uma habilitação do curso de Comunicação Social. Já a possibilidade de bacharéis receberem diploma após dois anos foi levantada em 2008 pelo ministro da Educação, Fernando Haddad.

Entre as graduações mais concorridas, os cursos de Jornalismo fizeram parte da expansão do ensino privado nos anos 1990. Segundo dados do Censo da Educação Superior, dos 546 cursos oferecidos no País, 463 são pagos. Somente em 2007, foram 6.850 formados.

A comissão não vai interferir na regulamentação para o exercício da profissão, tema que espera julgamento pelo STF.

Lei de imprensa

No fim de abril, o STF derrubou a Lei de Imprensa, uma das últimas legislações do tempo da ditadura que continuavam em vigor. Num julgamento histórico, 7 dos 11 ministros do STF decidiram tornar sem efeitos a totalidade da lei ao concluírem que ela, que foi editada em 1967, era incompatível com a democracia e com a atual Constituição Federal. Eles consideraram que a Lei de Imprensa era inconstitucional.

Fonte: Estadão

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08 junho, 2009

Apple anuncia novo modelo de iPhone


Na abertura de um evento para desenvolvedores, em San Francisco (Califórnia, EUA) nesta segunda-feira (8), a Apple apresentou uma nova versão do celular multimídia da empresa, chamado iPhone 3GS. Segundo Phil Schiller, vice-presidente de marketing de produtos, o novo modelo será duas vezes mais rápido que seu antecessor, o iPhone 3G.

A capacidade de transmissão de dados será de até 7,2 Mbps (megabits por segundo), contra os atuais 3,6 Mbps. A câmera do aparelho terá 3 megapixels e capacidade para gravar vídeos.

No evento, a companhia também apresentou detalhes do novo sistema operacional do iPhone, novos modelos de notebooks, o sistema operacional Mac OS X, chamado Snow Leopard, e o navegador Safari 4. A apresentação foi comandada por Phil Schiller, vice-presidente de marketing de produtos, que já havia substituído o diretor-executivo da Apple na Macworld, em janeiro.

O novo sistema operacional do celular, o iPhone OS 3.0, tem mais de 100 novas funções, incluindo o tão esperado “copiar e colar”, e estará disponível a partir de 17 de junho. Os clientes de algumas operadoras (por enquanto 29) também poderão enviar mensagens multimídia, chamadas MMS, e os pais poderão controlar o conteúdo proibido para seus filhos.

A plataforma também permite que o iPhone seja usado como modem de conexão: em Macs ou PCs, a tecnologia funciona via cabo USB ou Bluetooth. Um botão permitirá o funcionamento em diferentes línguas: são mais de 30, incluindo os novos árabe, grego, coreano, tailandês e hebraico.

Uma função chamada Find My iPhone, disponíveis para os clientes do serviço MobileMe, mostra em um mapa onde o aparelho está. Ao enviar um alerta, o aparelho emite um som que anuncia a perda do produto, mesmo que ele tenha sido deixado no modo silencioso. Se o iPhone realmente desapareceu, seu dono consegue apagar remotamente todos os dados nele armazenados.

O sistema operacional 3.0 será gratuito para usuários do iPhone, mas vai custar US$ 9,95 para usuário do iPhone Touch.

Nova linha de notebooks

Durante o evento, foi apresentada a “linha de notebooks mais acessível que a Apple já teve”, segundo Schiller. Ele mostrou o novo portátil MacBook Pro de 15 polegadas, classificado como o notebook mais rápido já produzido pela Apple – a máquina tem preço inicial de US$ 1,7 mil (corte de US$ 300 na configuração mais simples); o mais potente sai por US$ 2,3 mil.

Com processador da Intel de 3.06GHz, memória RAM de até 8 GB e disco rígido de até 500 GB, o novo modelo tem bateria embutida que aguenta até 1 mil recargas, segundo a Apple. “Os clientes não vão precisar trocá-las por cinco anos”, afirmou Schiller. A novidade também tem entrada para cartão SD, que facilita a transferência de fotos digitais para o computador.

Schiller anunciou ainda atualizações no modelo com 17 polegadas (processador de 2,8 GHz, disco rígido de 500 GB e US$ 2,5 mil) e no portátil de 13 polegadas (8 GB de memória RAM, 500 GB de disco rígido e teclado com luz), que sai por US$ 1,2 mil. Todos os novos notebooks apresentados estarão disponíveis a partir desta segunda, nos EUA.

Leopard e Safari

Bertrand Serlet, vice-presidente do sistema operacional MAC OS apresentou o Snow Leopard, nova versão do programa, que será lançada oficialmente em setembro. Segundo ele, o Snow Leopard tem instalação 45 % mais rápida que o Leopard e apresenta melhorias gerais - desde manutenção do sistema até busca e gerenciamento de arquivos.

Ele lembrou que o sistema da Apple já é usado por 75 milhões de pessoas, impulso gerado pelo iPhone, e provocou a concorrente Microsoft. "O Windows 7 é apenas outra versão do Vista. Nós temos uma abordagem diferente, estamos orgulhosos do Leopard", disse. Usuários do Leopard poderão atualizar para o Snow Leopard pagando US$ 29.

Uma nova versão do navegador Safari foi demonstrada no palco, com a abertura de sites e exibição das funções do programa. Ele está disponível a partir desta segunda-feira para os sistemas operacionais Tiger, Leopard e Windows.

Gazeta do Povo

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07 junho, 2009

O PUXA-SAQUISMO COMO VIRTUDE

'Independente, nobre e forte – procurará sempre sê-lo o Correio do Povo, que não é orgão de nenhuma facção partidária, que não se escraviza a cogitações de ordem subalterna.'Os leitores do Correio do Povo já conhecem este trecho do editorial da primeira edição do jornal, publicada em 1º de outubro de 1895, não só pela sua constante repetição em nossas páginas, mas, principalmente, pela postura dos profissionais que aqui trabalham e que respeitam este mandamento como um dogma espelhado em cada exemplar diário que chega à casa de nossos assinantes.
Não foram poucos os dissabores que colhemos pela independência retratada em nossas páginas, subordinada apenas às aspirações da comunidade: perseguições governamentais, discriminação em investimentos, censura, tentativas de proibição de acesso a informações públicas e muitas outras artimanhas próprias de chefetes inconformados com o desnudamento de suas falcatruas e incompetências. A mais comum delas, no entanto, é a tentativa canhestra de identificar o Correio do Povo com uma ou outra corrente partidária, geralmente opositora daqueles aqui criticados.
Algo que não víamos havia décadas, porém, vem se repetindo com constância nos últimos anos. Trata-se do papel vergonhoso desempenhado por alguns veículos de comunicação que, não satisfeitos com seu próprio puxa-saquismo desenfreado, tentam transformar a bajulação em virtude e a independência de outros em defeito. Ataques comuns no início do século passado, quando a maioria dos jornais pertencia a partidos ou a governos e, portanto, comprometidos com seus patrões políticos, ao contrário do Correio do Povo, que já nasceu imparcial, voltam a ocorrer nestes novos tempos, como parte da estratégia global de suas matrizes, desesperadas com a perda da hegemonia monopolizante da comunicação social no país. Buscando parecer imparciais, o mais perto que chegam do que imaginam serem as tradições gaúchas é agir como o quero-quero, que grita bem longe de onde está o ninho verdadeiro.
Não é outro o caso do jornal Zero Hora, que desde a aquisição do Correio do Povo pelo Grupo Record vem fazendo uma campanha pérfida contra o jornal dos gaúchos com a publicação de notas e insinuações como a reproduzida ontem em sua coluna de 'opinião política', na qual tenta imputar comprometimento partidário ao Correio do Povo.
E isso aconteceu na mesma edição em que aquele jornal omitiu importantes informações sobre a percepção dos gaúchos quanto à possibilidade de corrupção no governo estadual, como a de que uma parcela relevante dos entrevistados defende o impeachment da governadora, no âmbito de uma pesquisa do Instituto Datafolha cujos dados essenciais foram publicados com destaque pelo Correio do Povo.
O Correio do Povo tem uma história de mais de 113 anos a serviço da coletividade. Esta história diz por si mesma de nossos compromissos, reafirmados na íntegra pelo Grupo Record e dos quais jamais nos afastamos. É esta história que os gaúchos conhecem e que não precisa ser reescrita, ao contrário de outros, que, talvez por vergonha de seus próprios caminhos, estão sempre à espreita de uma mudança de rumos que coloque o Correio do Povo ao seu lado na senda indigna que eles escolheram.

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06 junho, 2009

Dia D - 06 de junho de 1945

A ação foi decisiva na luta pela liberdade da Europa Ocidental. A operação, conhecida como o Dia D, foi planejada durante três anos e executada em 24 horas, no dia 6 de junho de 1944.



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